| Mazinho diz... |
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| Qui, 24 de Julho de 2008 18:08 |
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Chego em minha página no site, já levantando uma questão que creio ser bastante discutível. No último show que fizemos no Teatro Rival, pudemos contar com a participação especialíssima do Zé Rodrix. É à partir de um comentário dele, que trago o assunto à tona: Falávamos sobre o imenso caos em que está mergulhada a MPB, visto que há mais de duas décadas, a mídia brasileira deixa de investir no segmento para dar apoio a outros "movimentos" como por exemplo as danças da bundinha, da cordinha, da barriguinha, etc... Foi quando o Zé Rodrix declarou sem cerimônia mas com um bem disfarçado pesar, que a MPB já era! Ora senhores, tenho viajado frequentemente para fora do país, principalmente para a Europa e a Ásia, acompanhando o Marcos Valle. Tocamos música brasileira e a aceitação do público é sempre muito boa. Nada melhor para definir a eclética variedade de estilos que compoem a nossa música, do que o termo MBP. Ele é capaz de unir numa mesma "panela" o samba, a bossa, o baião, o rock e o jazz brasileiros, o maracatu, enfim, um único e compacto termo (apenas 3 letras) que abrange tudo que é produzido em matéria de música no nosso país. Se nossos veículos de comunicação não nos apoiam, essa é uma outra questão. Enxergo o mercado estrangeiro como emergente e percebo esse crescimento na aceitação a cada nova temporada, sendo que fazemos em média duas por ano. Então levanto essa bandeira com conhecimento de causa, na tentativa de manter viva a denominação, mesmo que seja com foco apenas no estrangeiro. Além do que, acredito que hoje, para se fazer sucesso com boa música no Brasil, é necessário um movimento de fora para dentro, ou seja: O artista precisa primeiramente alcançar uma boa posição fora do país, para que seja depois, reconhecido aqui. É uma triste realidade, mas não deixemos que se transforme em algo pior do que já está! Lanço no ar a discussão e aproveito para mostrar em primeira mão, só para os nossos visitantes, uma das músicas que compoem o CD da Cristina Ventura, cantora brasileira, radicada na França, minha irmã e parceira, para quem estou produzindo o CD, a ser lançado em breve no mercado europeu. A música chama-se "Será" e é uma composição minha e da Cris. Ouçam e fiquem à vontade para comentar! Abraço a todos! Mazinho Ventura
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| Última atualização em Qui, 18 de Setembro de 2008 15:56 |



Alô galera ligada em música de qualidade!
Quero crer como o Gláucio, que os bons sobreviverão.
Lembro de você, Mazinho, há uns 34 anos atrás...
(desculpe se entreguei a idade...)
Já apaixonado pela música, sua indiscutível vocação, mas considerando a sobrevivência.
Que bom que apostou no que sabe fazer de melhor!
Ganhamos todos!
Hoje olho pra você e me orgulho em ver alguém que dá certo.
Que acredita, batalha, resiste.
Dificuldades todos passamos em qualquer profissão, o importante é amar o que se faz.
Quem não faz o que gosta e não gosta do que faz jamais se sentirá feliz.
Não consegui ouvir Cristina, deu erro ao abrir o arquivo. Mas tenho certeza de que está cantando cada vez mais bonito.
Grande beijo
Laura/Lola
je t'embrasse,
Barbara
Do seu aprendiz (e eterno aprendiz),
Eduardo Amorim (Abração!!!!!!!!!)
LINDO, LINDO MESMO!
bjo
Thompson Soares
Primeiramente parabéns pela produção, sua Mana está cantando como sempre>>> "muito mesmo" e o arranjo tá lindo.
Acredito no "reverse" em contrapartida ao lance que temos que passar na prova do "vizinho" antes de ganhar o jogo dentro de casa, são fatos reais! e o mercado muda, hoje muito mais difícil que antes, e assim por diante a arte se aperta em paredes e studios virtuais desenvolvendo uma nova fase no mercado , hoje essa mudança está só começando! usuáriosartistasmúsicosmultifuncionalmenteativos já com essa cultura do produtor em desenvolvimento! todos levantando suas bandeiras com todas as forças, tem gente prospectando de tudo, talvez essa possa ser a saída para aqueles artistas que nunca atuaram no mercado, acredito que nós músicos profissionais e atuantes fazemos diferença sim! na verdade a palavra correta é que
a arte faz a diferença, aquele com potencial artístico vai chegar, e o besterol tem seu tempo curto de duração, o bacana pra mim é poder até mesmo aproveitar o besterol que também tem seu poder artístico inicial muito forte, aproveitar no sentido de alavancar e atingir todos os segmentos com uma percepção mais afinada e profunda, trazendo na fuzão do conteúdo camuflado no entretenimento como uma flor que se abre ao longo do tempo, acredito muito nessa mutação de mercado, pra gente ficou melhor agora poder fazer tudo de casa, e pior por ter que ser o produtor a Banda o Diretor de trabalhos que só irão ter frutos ao longo de anos tendo que pagar contas no dia seguinte, havemos de procurar caminhos e estratégia, só assim seguiremos na prosperidade, Abs.
Gláucio Fanara